Ata de 24 de Janeiro de 2015

24/01/2015

ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
DA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA JARDINS DE PETRÓPOLIS

Convocada para ter início às 9:h00m do dia 24/01/2015, a AGE iniciou-se às 9:h45m, sob a coordenação de Alexsandro Keller de Almeida, seu atual presidente. Inicialmente comunicou sua saída como Sindico do JP, motivada pela venda de sua única propriedade no bairro, o que inviabiliza sua permanência no cargo. Em seguida foi anunciada sua substituição pelo Conselheiro Adalto Monteiro, até que se dê uma nova eleição do CG, já programada para março do corrente ano. O primeiro ponto de pauta foi a leitura do resumo da ata da AGE anterior e em seguida a mesma foi colocada em discussão. Sua aprovação se deu por unanimidade, sendo então passado para o segundo ponto de pauta, que foi a apresentação de informes. Vilaça iniciou apresentando aspectos relativos a segurança, descrevendo a visita feita pelo Tenente Santos e pelo Aspirante Bruno, que apresentaram um plano de atividades a ser desenvolvida no JP. Tal programação inclui Blitzes, criação de grupos de What´s App, reunião sobre segurança com os porteiros do JP, etc. Sobre a Pavimentação informou que os 4 trechos programados para serem feitos e que estão, temporariamente, suspensos serão retomados assim que a Prefeitura concluir o processo de compra do material para a pavimentação. Pedro interrompeu a apresentação que estava sendo feita e disse que se sentiu prejudicado porque não foram colocados meios-fios na sua rua ao ser feito o calçamento do local. Segundo ele, não foi por falta de dinheiro. Alex informou que não havia dinheiro na época e o que hoje foi angariado, só foi obtido depois da época. Pedro insistiu na discussão e disse que não concorda com isto. Mostrou-se insistente em sua intervenção. Ivan disse que de fato as decisões tomadas pelo CG não estavam em concordâncias com os contribuintes. Depois de um certo debate, Vilaça retomou a palavra e continuou as informações sobre a situação das obras do JP. Visita à Vereadora Ângela Lima – Vilaça informou aos presentes da visita na próxima semana – segunda feira – à Ver. Ângela Lima e convidou os presentes a participarem da visita. Incêndios – Relatou os trâmites para conseguir ajuda para montar uma Brigada de Incêndio. Apresentou a ideia da criação de um fundo para a aquisição dos materiais e serviços necessários para ações preventivas e combate a focos de incêndio. Ivan lembrou quais são os equipamentos necessários para tal atividade e falou da necessidade de mobilização para se encontrar integrantes para a Brigada. Adalto lembrou que o Gilson já adquiriu algum material e após Vilaça descrever as estratégias utilizadas de apagar o fogo, argumentou sobre a necessidade da construção de aceiros e dos recursos que isto vai demandar. Situação financeira da Associação – Adalto disse que só consentiu em assumir a diretoria tampão da Associação se tudo que for adquirido daqui para frente tiver sua assinatura e a do Vilaça. Pediu a seguir que o Conselho fiscal passe a fazer suas observações mensalmente. Pedro Serpa iniciou uma discussão defendendo a ideia de quem deveria assumir o lugar vago deixado pela saída do Alex, era a Silvéria, mesmo que ela tenha informado da inviabilidade de fazê-lo. Depois de demorada discussão sobre este assunto, Vilaça retomou a apresentação do balancete financeiro do JP. Há então uma grande discussão encabeçada por Pedro Serpa, com a participação do Ivan, contestando a apresentação dos resultados apresentados. Por mais que se tentasse esclarecer as dúvidas apresentadas, não havia como entrar em consenso. A todo momento havia uma nova interrupção, inviabilizando o prosseguimento do relato dos informes. Há então uma solicitação que se esperasse a apresentação ser concluída para se estabelecer a discussão. Ao final da apresentação Pedro continuou apresentando sua discordância e a discussão parecia não ter fim. Alex interrompeu a discussão e anunciou que iria continuar apresentando os informes. Situação do pessoal – Alex apresentou o informe das dispensas feitas (Ernando e Derli), as novas contratações e as modificações nas atribuições dos funcionários da Sede com a criação da Gerencia da Associação. Monitoramento da passagem dos Mendes – Adalto faz o relato de como está se dando este monitoramento e a situação atual desta passagem. O segundo ponto de pauta foi colocado: Criação da comissão eleitoral para a próxima eleição e o prazo para registro das chapas. A comissão eleitoral ficou constituída por Vilaça, Tetê e Paulo. A data para registro das chapas ficou definida para até o dia 13/3/15 – sexta feira até as 16 horas. A eleição será no dia 28/3/15. O terceiro ponto de pauta foi a ratificação do plano de calçamento. Foi informado a situação da Prefeitura diante do processo e dito que, para a realização do calçamento dos quatro trechos restantes, com pagamento de mão de obra pela Associação e material da prefeitura, sem colocação de meio fios, serão necessários mais 5 meses de arrecadação como complemento ao saldo existente. Se for incluído o meio-fio, serão necessários 6 meses de arrecadação. Se a prefeitura não participar com o fornecimento do material, serão necessários mais 22 meses para a conclusão da pavimentação dos 4 trechos pendentes. Alex informou que a taxa de calçamento estava acertada para findar em janeiro e por isto o tema foi recolocado para a avaliação da AGE. Vilaça disse que existe a possibilidade de asfaltamento destes trechos, que são de rampa mas seria necessário a aprovação desta decisão pela AGE e de renegociação com a Prefeitura. Informou que o que se está discutindo é a aprovação de mais 6 meses para o andamento das obras, como foi apresentado. Alex lembrou que a nova gestão deverá encaminhar novas propostas sobre o tema. Foi então colocada em votação a aprovação de mais 6 meses de contribuição para o calçamento. Resultado: 15 votos a favor e 1 abstenção. Ricardo propôs que se estendesse para mais 12 meses a taxa, mas não foi aceito. Quarto ponto de pauta:   Relato do trabalho das comissões C. do lixo: Foi informado que esta comissão não andou e se considerou que foi porque a comissão era de três pessoas, um era interessado na solução proposta e que quando um integrante se ausentava, ficava inviável continuar a discussão. (Savio, Rodrigo e Vilaça). Comissão da desconformidade: Alex foi o relator do trabalho executado – Apresentou o objetivo da Comissão que foi o de levantar os empreendimentos econômicos do bairro. Procedimentos executados: levantamento das ocorrências de desconformidades, analise da situação de cada uma delas. Fez o relato de como cada uma se encontrava. Neia lembrou que não se pode ter dois pesos e duas medidas ao se fazer um trabalho deste tipo. Ivan lembrou que faltou na análise feita sobre a situação das fabricas de cerveja artesanal, a lei do artesão que, segundo ele, permite a comercialização da cerveja dentro do bairro. Disse que tem todas as autorizações e que por isso criou sua fábrica de cerveja e que só voltou a frequentar a Associação quando regularizou sua fábrica. Pedro disse que em relação se as pessoas estão regularizadas, a Associação não tem o que fazer. Em relação as pousadas que estão desativadas, Alex lembrou que é preciso estar atento porque elas podem voltar a funcionar. Ligia perguntou à Assembleia que prejuízo uma pousada em funcionamento no JP. Paulo disse que como ele é novo aqui se preocupa com a existência da oficina de motos que produz grande quantidade de material poluente. Graciene disse não compreender porque o que ela faz dentro do seu terreno alguém tem que se meter com isto e tentar impedir de funcionar. Alex disse não ter resposta sobre isto mas pensando assim posso ter a ideia de abrir um boteco lá em casa. Acho que este é um tema que precisa ser melhor discutido.  Ivan disse que há diferenças grandes entre os casos e se a pessoa está garantida pela lei não há o que fazer e se a Associação não concordar com isso tem que procurar o poder público. Adalto lembrou que é necessário que se avalie o impacto causado pelo empreendimento e os resíduos que produz. Comissão da Agua: Adalto relatou que foram feitas visitas em várias áreas de nascentes e a reação que as pessoas apresentaram. A questão das aguas é, segundo ele, o que há de mais sério no JP e disse ser necessário um projeto coletivo para trabalhar o problema de todos. Pedro sugeriu que a Associação trabalhasse com a ideia de condomínio de poços. Ivan lembrou que é importante se trabalhar com a ideia de trazer a Copasa para o JP. Término da Assembleia 12horas.

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