Ata de 28 de Março de 2015

28/03/2015
ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA JARDINS DE PETRÓPOLIS

Em 28/03/2015

Sob a coordenação do atual síndico Adalto de Melo Monteiro teve início às 9h40 na Sede da Associação Comunitária JP, a Assembleia Geral Ordinária dos moradores e proprietários do Jardins de Petrópolis. Sávio ia começar com a leitura do resumo da ata da última AGE, quando Pedro Serpa, que é integrante do Conselho fiscal, disse que queria fazer uma observação sobre a ata anterior e pediu que a versão completa da mesma fosse localizada o que foi feito imediatamente. Terminada a leitura, Pedro disse que sua reclamação se referia ao fato de que Adalto falou que deveria ser feita a análise das contas pelo Conselho Fiscal mensalmente e Pedro alegou que na gestão do Vilaça pediu que os balancetes fossem entregues mensalmente o que não foi feito. Adalto informou que de agora em diante o novo procedimento será o de informar ao Conselho Fiscal 5 dias uteis após o balancete ser entregue na Associação. Luiz Seara apontou o uso indevido do termo ratificação na convocação da AGE do dia 24/01/2015, em relação às definições sobre a continuidade da cobrança da taxa de calçamento do bairro. Adalto informou que será convocada uma nova AGE para discutir e votar o tema. Ivan sugeriu que fosse feita outra Assembleia para discutir as contas da Associação. Vilaça informou que as inadequações apontadas pelo Conselho fiscal já estão com soluções em andamento e será feito um relatório detalhado para o Conselho Fiscal e cartas para a Administradora Casa solicitando as correções. Houve então, da parte de Ivan e do Pedro, insistência em discutir os aspectos do relatório financeiro apresentado na Assembleia anterior, antes mesmo que este tema tivesse sido reapresentado nesta Assembleia, mesmo tendo o Ivan, que é um dos conselheiros, sugerido nova data para isto. Luís Seara disse que houve pelo menos um dolo moral e se houveram desvios estes dados deverão ser apresentados. Adalto afirmou que não se trata de desvios e explicou que se tratava apenas do uso de parte do dinheiro de rubricas diferentes e como ficaram mais de 02 anos sem aumento das mensalidades houve necessidade desta prática e que o Conselho Gestor está trabalhando para esta recomposição. O outro ponto de pauta: relato da situação dos Mendes foi sintetizada inicialmente pelo Vilaça, mostrando o estudo topográfico de localização da passagem. Houve a apresentação do levantamento da frequência da passagem e descrição dos resultados da visita feita no local por Sávio, Vilaça, Adalto e Vinício, quanto às características e distancias da via. L. Seara lembrou que em 2005 foi encaminhado recurso à Prefeitura de N. Lima pedindo o fechamento desta passagem que, segundo ele, foi aberta por Luiz Paulo. Giovani disse que temos que definir se o local é ou não uma passagem. Relata a experiência do uso dos cadeados, lembra o roubo sofrido por ele e por outros e da diferença que existe entre o serviço desenvolvido no ponto de monitoramento e o oferecido pelas portarias 01 e 02. Disse que a maneira como o monitoramento está sendo feito não está surgindo o resultado necessário e que é preciso atacar o problema de forma responsável. Linke relata sua experiência com a entrada dos motoqueiros e de outros transeuntes no local. Acredita ser necessário que se faça um trabalho durante 24h/dia. Segundo ele o que não dá para fazer é brincar com o problema. L. Seara afirmou que esta é uma questão política e de polícia e que se tem que ter cuidado ao assumir este papel que não é da Associação. Qualquer atitude que se assumir há que ser feita através da prefeitura. Pedro Serpa lembrou que há três meses foi decidido que hoje se deveria decidir sobre a situação. Vinício disse que aquilo lá é o tendão de Aquiles do JP e que houve também roubo na Sagaranas. Por isso faz-se necessário levar o problema à sério e é necessário muito estudo da questão. Neia lembrou que aquela é uma passagem muito antiga e que já era usada desde o tempo em que aqui era uma fazenda. Vilaça afirmou que até que o poder público defina a situação, temos que fazer alguma coisa. Para isto será necessário trabalhar com os proprietários dos lotes e com a prefeitura. Disse ainda que estes proprietários não querem assumir o problema. Adalto dá a palavra a Helena, representante dos Mendes. Em sua fala Helena afirmou que ali é uma estrada desde várias gerações passadas, que já houve um processo há anos atrás para discutir a questão, que acredita ser preciso cuidar da segurança, mas não se pode impedir a passagem das pessoas pelo local, que sua família foi criada usando aquela via que é muito antiga. O Hildan informa que há  vestígios desta estrada antiga no local, mostrando esta história o que torna muito difícil fechar esta passagem. Sávio lembrou que a primeira medida do CG foi tomada de forma imediata, frente aos acontecimentos e que os roubos foram feitos durante o dia, enquanto as pessoas não estavam em casa e que a ação teve efeito também sobre o transito das motos. Helena disse que se for questão de segurança, os roubos poderão ser feitos também à noite e que aqui sempre houve roubos e existem muitos lugares por onde passar. Adalto disse saber que não é possível prevenir totalmente os roubos, mas sim inibi-los. Eduardo Linke disse que é preciso estender o período de monitoramento e não só mantê-lo durante o dia. Haroldo disse que ali pode ser um direito de passagem, mas se existir outra opção, não há obrigatoriedade de mantê-la. A providencia ao ser tomada deverá ser definitiva. Giovani disse respeitar o pessoal dos Mendes, mas que estamos fazendo de conta que ali é uma passagem e para enfrentar este problema todos terão que assumir algum tipo de ônus que as medidas exigem. Lembrou que não houve aderência do pessoal dos Mendes ao uso do cadeado. Segundo ele todos nós temos que nos sujeitar ao ônus que a situação impõe e a manutenção do descontrole daquela passagem, pode nos sujeitar a agressões a mão armada e que não há como ficar só com monitoramento em parte do horário. Leo disse que em novembro/14 não tínhamos ainda elementos para decidir melhor sobre a situação, acredita que temos que procurar um parecer jurídico para orientar nossa ação. Sr. Dario sugeriu que para que esta discussão não se estendesse indefinidamente, se criasse uma comissão para estudar a questão em todos os seus detalhes. Ivan disse que queria registrar o aparecimento de uma outra passagem na esquina da Sibipurunas com Av. Morro do Pires e  Quaresmeiras com Araçás. Vilaça sugeriu buscar o M. Público para dar ajuda na solução deste problema junto aos interessados e a Prefeitura de N.L. Foi então colocado em votação: 1- Criar comissão para encaminhar a solução do problema – 24 votos a favor. 2 – Definição do horário de funcionamento: a) Manter o horário atual de 9:30hs às 17:00hs com gasto aproximado de R$2500,00/mês (1 porteiro) à2 votos b) Horário de 7 às 19 horas com dois porteiros – gasto aproximado de R$5000,00/mês à16 votos a favor e 1 abstenção. Aprovado por unanimidade que o dinheiro para cobrir estes gastos será retirado da verba de negociação de dívidas – projeto junho 2013 a dezembro-2013. Foi autorizada a inversão de pauta para eleição do novo Conselho Gestor antes da prestação de contas. Os candidatos para este novo conselho, formado por chapa única, foram: Adalto Melo Monteiro, Domingos Sávio de Araújo, Hildan de Godoi, Carmem Amoroso Lima, Rodrigo Siqueira Pereira, Eduardo Abbott Linke Junior, Roberto Rates Soares, Mauro José Martins Carvalho, Vania Marcia Alvarenga Cobra. Feita a eleição o resultado foi aprovação por unanimidade com os 25 votos dos presentes. Foi votado e eleito, também, o conselho fiscal composto por: Pedro Costa Serpa, Vinício Antônio Pereira e Patrícia Fiuza Chaves com 24 dos votos. O terceiro ponto de pauta: prestação de contas do atual Conselho Gestor foi feito pelo Vilaça com a projeção das informações financeiras e sua descrição detalhada- planilhas e gráficos anexos. Vilaça informou que o valor da negociação de dívidas acumulou, no período de sua vigência – de junho até dezembro de 2013 – o montante de R$ 86.528,84. Os valores parcelados e recebidos a partir de janeiro de 2014 passaram a incorporar o saldo da Associação, mas o Conselho Fiscal alegou que esta incorporação não estava com aprovação explicitada em AGE. Por isso, foi sugerido e aceito que este assunto volte a ser discutido e deliberado em próxima Assembleia a ser realizada. Feito então a votação para a aprovação desta prestação de contas em uma nova data, 21 pessoas votaram a favor desta decisão mas mesmo assim houve da parte de Ivan e Pedro várias intervenções o que levou Adauto a sugerir que o CF deveria fazer uma intervenção na Associação para resolver a questão. Ivan disse que não que não se tratava disto que era apenas uma discussão semântica, que seu papel é de orientador, mas continuou com os mesmos argumentos já amplamente debatidos e explicados. Adalto tenta encaminhar a discussão para nova data, já decidida e Vilaça continua sua apresentação. Terminada a apresentação do Vilaça, Adalto lembra a questão das plenárias sobre o Top Team que serão duas, a primeira para esclarecimento das pessoas sobre o problema e a segunda para apresentar propostas de compensação por parte do Top Team, a ser enviada ao Ministério Público. A Assembleia terminou às 12 horas. Para comemorar os 20 anos de criação da Associação que ocorreu no dia 12 de março 2015 foi cantado parabéns e soprado velas de um bolo oferecido pela Carmem.

Assinaturas dos novos membros do Conselho Gestor e Fiscal para o período 2015/2016.

Conselho Gestor

Adalto Melo Monteiro
Presidente
Roberto Rates Soares
Vice Presidente

Carmem Amoroso Lima
Domingos Sávio de Araújo
Eduardo Abbott Linke Junior
Hildan de Godoi
Mauro José Martins Carvalho
Rodrigo Siqueira Pereira
Vânia Márcia Alvarenga Cobra

Conselho Fiscal

Patrícia Fiusa Chaves
Pedro Costa Serpa
Vinício Antônio Pereira

Associação Comunitária Jardins de Petrópolis

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